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GLORIOSO CIRCO DE IGNORÂNCIA

“THE ECONOMIST” COM NARRATIVAS FALACIOSAS, HISTRIÔNICAS E EXAGERADAS

09/06/2021 19h32 Atualizada há 1 semana
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Por: Rui Candeias Fonte: rc-b.lima-tl
GLORIOSO CIRCO DE IGNORÂNCIA

 GLORIOSO CIRCO DE IGNORÂNCIA 

“THE ECONOMIST” - NARRATIVAS FALACIOSAS, HISTRIÔNICAS E EXAGERADAS DA OPOSIÇÃO

rc-b.lima-tl-08.06.21

 

GBR–IMPRENSA SUJA

 

‘Revista The Economist enterra a ética jornalista’, diz SECOM

THE ECONOMIST BRADA AOS CÉUS A SUA ESTUPIDEZ

A Secretaria Especial de Comunicação Social (SECOM) rebateu neste domingo (6) uma matéria publicada pela revista inglesa The Economist, em que os jornalistas usaram o termo “eliminá-lo” em uma suposta sugestão à morte do presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro.

“A revista The Economist enterra a ética jornalista e extrapola todos os limites do debate público, ecoando no artigo ‘É hora de ir embora’ algumas das narrativas mais falaciosas, histriônicas e exageradas da oposição ao Governo Federal”, disse a SECOM em uma publicação no Twitter.

O artigo da revista internacional foi traduzido pelo jornal Estadão e publicado no sábado (5).

No texto, o jornalista da Economist afirma, sem provas, uma suposta “má gestão da pandemia” por parte do governo federal, com a capa da matéria original tendo uma foto em que uma mulher veste uma camiseta comparando Jair Bolsonaro a Adolf Hitler.

O texto ainda insinua uma suposta defesa de Bolsonaro a golpes militares e mostra o jornal Folha de São Paulo como um defensor da democracia, com a publicação de um artigo com 185 termos ofensivos ao presidente, entre eles “tirano”, “açougueiro” e “burro”.

A matéria da The Economist mistura desde a crise da Covid-19 à defesa das “terras indígenas” no Brasil – tudo como ataque a Jair Bolsonaro – e ainda cria a suposição de uma vitória de Bolsonaro por “meios justos ou falsos.”

Após a emissão da nota da SECOM, o Estadão fez uma correção à primeira publicação do artigo, alegando erro ao usar o termo “eliminá-lo” e substituindo-o por “tirá-lo do poder pelo voto”.

Ainda em sua publicação, a Secretaria Especial de Comunicação questiona o argumento central do artigo da revista (“Será difícil mudar o curso do Brasil enquanto Bolsonaro for presidente”.

“Que curso gostariam de mudar? ”, disse a SECOM. “Nos primeiros quatro meses de 2021, nosso Brasil viu um saldo positivo de quase um milhão de empregos. Após a queda abrupta do início da pandemia, nos últimos 10 meses tivemos nove meses de saldo positivo de geração de emprego. É esse curso que The Economist deseja mudar? ”, afirmou a nota.

“Claro que, com sua retórica insana, a revista busca desmerecer todo o incontestável trabalho de defesa da vida e de preservação do emprego, das liberdades e da dignidade dos brasileiros. Sob o disfarce de crítica ao Presidente, a The Economist ataca a Nação Brasileira”, declarou o órgão do governo brasileiro.

O artigo da The Economist, que mira as eleições de 2022, ainda foi classificado pela SECOM como meio de aplacar “narrativas cruéis e atentatórias ao Brasil e aos brasileiros”.

Ao mesmo tempo em que aponta Bolsonaro como o problema do Brasil, a revista cita o sucesso no número de vacinações e a recuperação econômica, o que, para a secretaria do governo, evidencia a torcida contrária ao país por parte dos jornalistas da Economist.

“Em verdade, a previsão que a Economist faz sobre a Amazônia revela a sua mal disfarçada torcida contra o Brasil. Torcida esta que fica constrangedoramente escancarada no fim do artigo: ‘[…] com a vacinação e a recuperação da economia, o presidente pode recuperar terreno’”, pontuou a SECOM.

“Parece que o desespero da Economist e do jornalismo militante, antidemocrático e irresponsável é para que o Presidente da República seja ELIMINADO o quanto antes, antes que ele e seu Governo concluam o excelente trabalho que fazem para o bem do Brasil”, disse outro trecho da nota.

O assunto esteve na pauta do Radar da Mídia dessa segunda-feira (7).

Ao analisar o cenário em que a publicação da Economist aconteceu, o analista político José Carlos Sepúlveda pontuou que a revista tem assumido, aos termos europeus, um viés “social-democrata” e de “centro-esquerda”.

Sepúlveda ainda comentou sobre a existência de um engajamento dos opositores ideológicos do Governo Bolsonaro mundo afora, que tentam influenciar a política brasileira.

“O que me impressiona é como o curso dos acontecimentos políticos no Brasil incomoda uma faixa de pessoas engajadas ideológica e politicamente mundo afora. Porque, evidentemente, uma revista dessas, para escrever uma matéria dessas ela não tira esse ‘coelho da cartola”. Isso dá eco a um certo grupo nacional e internacional que quer a todo custo mudar o rumo dos acontecimentos políticos no Brasil”, disse o analista.

LEIA NA ÍNTEGRA A NOTA DA SECRETARIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL:

1. A revista The Economist enterra a ética jornalista e extrapola todos os limites do debate público, ecoando no artigo “É hora de ir embora” algumas das narrativas mais falaciosas, histriônicas e exageradas da oposição ao Governo Federal.

2. Com o objetivo de atacar o Presidente da República e influenciar os rumos políticos do Brasil, destila uma retórica de torcida organizada e acaba, na verdade, atacando o intenso trabalho do Governo do Brasil, a autonomia da Nação Brasileira e os brasileiros como um todo.

3. A boa notícia é que nem os brasileiros, nem o mercado, nem o mundo caíram no pranto ideológico e raivoso da Economist. Se a matéria tivesse alguma credibilidade, provavelmente a Bolsa de Valores sofreria alguma alteração significativa, por exemplo. Não foi o que aconteceu.

4. O argumento central do artigo assim está proclamado: “Será difícil mudar o curso do Brasil enquanto Bolsonaro for presidente”. Do que está falando The Economist? Que curso gostariam de mudar?

5. Será o curso do país que decretou Estado de Emergência em Saúde Pública antes mesmo de a OMS decretar pandemia, enquanto estados governados pela oposição incentivavam e festejavam o carnaval?

6. Ou o curso do país que sempre investiu mais do que a média dos países emergentes no combate à Covid, que preservou milhões de vidas, que está entre os cinco a garantir autossuficiência na produção de vacinas e que é hoje um dos países que mais vacina sua população?

7. Ou quer a The Economist mudar o curso do país cujo Governo instituiu o Auxílio Emergencial, um dos maiores programas sociais do mundo, que beneficiou direta e indiretamente metade de sua população e fez do Brasil o único país da AL onde a pobreza diminuiu durante a pandemia?

8. Ou, ainda, o curso do país que, apesar de toda a crise global, vê sua economia voltar já aos níveis pré-Covid, com o PIB crescendo acima das expectativas e com geração ininterrupta de empregos?

9. Nos primeiros quatro meses de 2021, nosso Brasil viu um saldo positivo de quase um milhão de empregos. Após a queda abrupta do início da pandemia, nos últimos 10 meses tivemos 9 meses de saldo positivo de geração de emprego. É esse curso que a The Economist deseja mudar?

10. Claro está que, com sua retórica insana, a revista busca desmerecer todo o incontestável trabalho de defesa da vida e de preservação do emprego, das liberdades e da dignidade dos brasileiros. Sob o disfarce de crítica ao Presidente, a The Economist ataca a Nação Brasileira.

11. Embora não restem dúvidas da falta de credibilidade e de ética no artigo de viés oposicionista lamentavelmente publicado pela revista, analisemos a “matéria”, para entendermos claramente como se estabelecem narrativas cruéis e atentatórias ao Brasil e aos brasileiros.

12. A narrativa do texto, em suma, é a seguinte: o Presidente seria um ditador que estaria matando o próprio povo; seus apoiadores estariam dispostos à guerra civil e o Exército estaria disposto a intervir caso o Presidente perca as próximas eleições.

13. Segundo a tradução replicada pelo Estadão, aqui utilizada, The Economist chega a afirmar que a solução seria ELIMINAR o Presidente: “A prioridade mais urgente é eliminá-lo”, afirmam.

14. Vejam bem: não falam apenas em vencer nas urnas, superar, destituir. Falam em ELIMINAR. Estaria o artigo fazendo uma assustadora apologia ao homicídio do Presidente?

15. Além disso, há várias contradições no texto: ao mesmo tempo em que acusa o Presidente de não conseguir fazer contratos de vacinas, diz que o avanço da vacinação pode reelegê-lo.

16. Ao mesmo tempo em que diz que o crescimento do país está estagnado, diz que a recuperação da economia também pode reeleger o PR. Ao mesmo tempo em que acusa o PR de ser antidemocrático, conclama o Exército a insurgir-se contra seu chefe, em apologia a golpe antidemocrático.

17. Ao mesmo tempo que acusa o Presidente de atacar instituições, celebra as impunes acusações levianas e as ofensas que o Presidente recebe constantemente.

18. A Economist incorre também em absurdos próprios de panfletarismo juvenil, como este: “Mais quatro anos sob o comando dele [Bolsonaro] podem devastar a Amazônia, onde grande parte da floresta tropical pode se transformar em uma savana seca”.

19. Eis o vaticínio surreal feito sobre o país que mais conserva a natureza no mundo e que tem intensificado as ações de fiscalização, enquanto produz alimentos para o mundo todo com sustentabilidade e responsabilidade.

20. Em verdade, a previsão que a Economist faz sobre a Amazônia revela sua mal disfarçada torcida contra o Brasil. Torcida esta que fica constrangedoramente escancarada no fim do artigo: “[…] com a vacinação e a recuperação da economia, o presidente pode recuperar terreno”.

21. Em outras palavras: parece que o desespero da Economist e do jornalismo militante, antidemocrático e irresponsável é para que o Presidente da República seja ELIMINADO o quanto antes, antes que ele e seu Governo concluam o excelente trabalho que fazem para o bem do Brasil.

22. Em tempo: apesar dos pesares, agradecemos à Economist pelo reconhecimento, por admitir que estamos avançando, << com a vacinação e a recuperação da economia >>, segundo as palavras do próprio veículo.

23. Talvez, justamente por reconhecer nossos avanços, a Economist esteja tentando interferir em nossas questões domésticas e, segundo o texto, defenda a eliminação do Presidente que está livrando o Brasil da corrupção e da sujeição às oligarquias que a revista parece representar”.

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