Quinta, 17 de Junho de 2021 20:34
Brasil BRA – SENADO FEDERAL

PS INVESTIGA CELSO R. BARROS

INVESTIGAÇÃO CONTRA ARTIGO NA FOLHA DE SP

26/05/2021 18h17 Atualizada há 3 semanas
18.823
Por: Rui Candeias Fonte: rc-b.galgane-tl
PS INVESTIGA CELSO R. BARROS

PS INVESTIGA CELSO R. BARROS

POLÍCIA DO SENADO ABRIU INVESTIGAÇÃO CONTRA ARTIGO NA FOLHA DE SP

rc-b.galgane-tl-26.05.21

BRA – SENADO FEDERAL

A Polícia do Senado Federal, nesta terça-feira (25), iniciou uma investigação contra Celso Rocha de Barros, colunista da Folha de São Paulo. A investigação acontecerá devido a um artigo, publicado no dia 9 de maio, intitulado de “‘Consultório do Crime’ tenta salvar Bolsonaro na CPI da Covid“.

Na matéria, o colunista da Folha tece ataques a parlamentares aliados ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS) se posicionaram e pediram para apurar os possíveis atos de calúnia e injúria do colunista.

Os senadores Heinze e Girão, membros da Comissão, são pró-governo, e em diversos momentos da CPI elogiaram a condução do presidente Bolsonaro durante a pandemia, além de defender o uso de medicamentos para o tratamento precoce do vírus chinês.

Segundo Celso de Barros, o presidente Bolsonaro é defendido por senadores que buscam “tumultuar a investigação mentindo sobre medicina”. O grupo foi intitulado pelo colunista como “Consultório do Crime”, alusão na matéria ao “Escritório do Crime”, grupo de assassinos de aluguel que atua no estado do Rio de Janeiro. 

“Falando em Queiroz, se no Rio de Janeiro Bolsonaro era amigo do chefe da milícia ‘Escritório do Crime’, na CPI é defendido pelo que podemos chamar de ‘Consultório do Crime’, um grupo de senadores que buscam tumultuar a investigação mentindo sobre medicina. Seus principais representantes são Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS)”, diz trecho do artigo da Folha.

Ainda segundo a Folha, Celso informou à Polícia do Senado que não irá participar de videoconferência requisitada pelos investigadores do caso. “Não é atribuição da Polícia do Senado investigar supostos delitos contra a honra de senadores da República”, afirmou o colunista, que também acusou os senadores de conspirar “contra a liberdade de expressão e de imprensa”.

Ao comentar a ação, o senador Girão ressaltou ser a favor da liberdade de expressão, mas destacou que o colunista fez acusações gravíssimas ao citar o “Consultório do Crime”.

“Chega ao ponto de nos acusar como cúmplice pela morte de 100 mil pessoas, em função da nossa defesa do tratamento precoce que tem sua eficácia sustentada por milhares de médicos e infectologistas, desde que aplicado no início dos sintomas da infecção”, afirmou Eduardo Girão.

“Críticas são legítimas e saudáveis, mas, quando extrapolam para acusações levianas e difamatórias, precisam ser devidamente apuradas em nome da justiça e da verdade”, concluiu o senador.

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