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VIDA SALVA MORTE EVITADA

SALVAR VIDAS , TORNA TRATAMENTO EFICAZ

26/04/2021 17h58 Atualizada há 2 semanas
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Por: Rui Candeias Fonte: rc-b.galgane-tl
VIDA SALVA MORTE EVITADA

VIDA SALVA MORTE EVITADA

SALVAR VIDAS SEM RISCO, TORNA QUALQUER TRATAMENTO EFICAZ

rc-b.galgane-tl-26.04.21

BRA-COVID-19

O Dr. Victor Sorrentino, durante uma entrevista ao canal Terça Livre TV, na manhã desta sexta-feira (23), reconheceu que o método de tratamento para a Covid-19 deve ser avaliado de forma individual, o que aparentemente não vem acontecendo devido à atual política pública.

O médico, que também é escritor e professor, com quase um milhão de seguidores no Instagram, alertou ainda durante a entrevista sobre os recentes “jogos da grande mídia” e “indústria farmacêutica” para manipular as informações divulgadas, principalmente sobre a Covid-19.

O Dr. Sorrentino, em suma, falando sobre a eficácia dos métodos de tratamento contra o vírus chinês, reconheceu que “salvar uma vida, sem risco, já vale a pena”.

Jogos da grande mídia e indústria farmacêutica

Ao comentar sobre o posicionamento da grande mídia, que, por sua vez, alega que os remédios para o tratamento precoce do vírus chinês possuem “ineficácia comprovada”, o doutor rebate as alegações dizendo que, na prática, a realidade é exatamente outra. O Dr. Sorrentino alerta ainda para os jogos da indústria farmacêutica.

“A mídia fala agora sobre a ‘ineficácia comprovada’ da hidroxicloroquina. É engraçado, deveríamos colocar o pessoal dessa mídia para tratar os pacientes. No dia em que eles tratarem um paciente, vão calar a boca. Aliás, no dia em que eles precisarem para a mãe ou para o pai deles, e forem tratados – acabam sendo, porque nós não fazemos distinção de quem será tratado – talvez eles calem a boca. Mas às vezes a consciência não pega esse tipo de gente. O jogo é tão sujo que eles querem simplesmente desabonar a droga”, disse o médico

“Deixem-me explicar alguns dos jogos da indústria farmacêutica, aliás, ela vem tentando dizimar o uso de cloroquina e hidroxicloroquina, azitromicina, zinco e alguns suplementos, porque a indústria precisa de patentes”, disse o doutor, lembrando do caso da revista científica The Lancet, que teve que se retratar devido a um erro ocasionado por esses “jogos da indústria”.

“Já tentaram fazer isso com um estudo da Lancet. A revista teve que se retratar! Poucas vezes na história – eu mesmo não conheço nenhuma vez – da medicina, tivemos uma revista de impacto como a The Lancet tendo que se retratar porque utilizou números fraudados”, apontou o médico.

A metanálise e o erro da indústria farmacêutica

Doutor Sorrentino pontuou ainda que a indústria farmacêutica se utiliza da metanálise, que, segundo ele, possui alguns problemas.

“A hidroxicloroquina funciona em associação com a azitromicina, principalmente nos 3 primeiros dias de infecção. Se eu juntar todos os estudos realizados com as diferentes dosagens, há estudos com hidroxicloroquina a partir da internação do paciente. Como é que eu quero salvar um paciente internado, que já precisa de corticoterapia, com uma medicação que não é para ser empregada naquele momento? ”, questiona o médico.

“Então, tem diversos vieses, fatores de confusão. Quando eu quero analisar a eficácia de uma droga, eu analiso ela sendo utilizada da maneira adequada. Mas é claro, é muito sujo fazer dessa forma”, ironizou o especialista. “A pessoa pega todos os estudos grandes realizados com hidroxicloroquina e diz ‘olha, parece que para a maioria não funciona’. Mas, porque não olham aquele estudo ali que foi desenhado da maneira correta, e esse é muito mais válido do que a maioria, porque na maioria se inclui diversas estratégias equivocadas, em utilizar uma medicação em um momento inadequado”, acrescentou.

“Para as pessoas entenderem de uma vez por todas, essas drogas têm como propriedade impedir a proliferação do vírus. Nós não estamos falando em matar ou em resolver inflamação quando o quadro já se agravou, trata-se de impedir a proliferação. Quanto menos cópias de vírus dentro de nós, melhor. Ou seja, tem um momento para isso acontecer, quando entra o vírus. Principalmente nos primeiros 3 dias”, alertou o médico. “A pessoa que não usa a medicação por viés ideológico ou mesmo o médico que não prescreve, essa pessoa vai agravar, vai ocupar o leito do CTI, é por causa desta atitude que nós temos que ficar parados e fechados em casa, trazendo o vírus para dentro de casa e facilitando a transmissibilidade”.

A validade das vacinas

“Eu acho que são válidas as vacinas, mesmo essas com tecnologias novas”, porém “submeter um indivíduo, por exemplo, com 18, 20 anos, que é praticamente impossível que ele tenha um agravamento pela Covid, a uma vacina que ainda não temos todos os testes feitos para tentar entender o que ela pode provocar no futuro, é perigoso. É perigoso submeter alguém de 15 anos ou uma gestante a isso”, advertiu o doutor. 

“Estão aparecendo e provavelmente aparecerão muitos outros problemas. Nós temos exemplos na história, com a vacina do sarampo foi assim, 5 anos depois foi retirada do mercado. A vacina para a dengue começou a provocar formas mais graves de dengue, como a hemorrágica. Nós temos exemplos, mas infelizmente os seres humanos não aprendem com seus erros, até porque esses erros do passado ou são silenciados, ou são contados de uma forma diferente”, finalizou o Dr. Victor Sorrentino.

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